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Movies & TV Shows

An (increasingly) narrow bottleneck.

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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The Banker

There was a time when the competition among movies in cinemas was, so to speak, fairer. Now, in a more "predatory" manner, the increasingly strong trend is to be part of a niche that generally involves major studios, products with a quite popular audience (who generally accept any more generic product more easily), big names (directors, screenwriters, cast), and very attractive percentages of financial profits. The formula is predictable, and this has an essentially negative impact because it reflects society’s interest in what is superfluous.

The essence of cinema has been lost over the years, and despite there still being resistance, the interest (or acceptance) of what comes from outside this "bubble" needs to break barriers never seen before. Whether on big screens or small ones (since we already have streaming channels that can be accessed on different types of screens), the competition with the smaller names within this same segment is becoming increasingly unfair (and everything tends to get much worse). Basically, due to contractual issues and general public interest, low-impact cinema is almost silenced.

In summary, the result of this "unbalanced scale" is very bad for those who are not part of the "elitized cinema". Even though there are movies that break through this aforementioned bubble, there is not enough demand to completely disrupt the already established foundations within this industry. The showcase for these is small each week; which ends up resulting in much less exposure. Thus, many movies and talented professionals end up being "erased" even before they come into existence. It's a sad reality, but it's not new. However, it has been increasing.

If you truly love cinema, you need to look beyond what's on the shelf... In other words, you need to "dig" deep into what is on display, avoid the obvious and the trends that are popular at specific times. This is a functional way to "rebel" against the system, and at the same time, give small movies a chance to be appreciated in the right way. I know this won't change overnight, but we need to start doing something to change this scenario, so the big bosses understand that they can't control the machine entirely. Otherwise, what will the cinema of the future be like?


Un cuello de botella (cada vez más) estrecho.

Ya hubo un tiempo en que las competiciones de las películas en las salas de cine eran, por así decirlo, más justas. Ahora, de una manera más "predatoria", la fuerte tendencia cada vez más creciente es formar parte de un nicho que generalmente involucra grandes estudios, productos con un público popular (y que generalmente acepta cualquier producto más genérico con más facilidad), nombres de peso (directores, guionistas, elenco) y porcentajes muy atractivos de ganancias financieras. La fórmula es predecible, y esto conlleva un impacto esencialmente negativo porque es un reflejo del interés de la sociedad en lo superfluo.

La esencia del cine se ha ido perdiendo a lo largo de los años, y a pesar de que aún hay resistencia, el interés (o aceptación) de lo que viene de fuera de esta "burbuja" necesita romper barreras nunca antes vistas. Ya sea en las pantallas grandes o en las pequeñas (ya que tenemos canales de streaming que pueden ser accesibles en diferentes tipos de pantallas), la competencia con los pequeños nombres dentro de este mismo segmento está siendo cada vez más desleal (y todo tiende a empeorar). Básicamente, por cuestiones contractuales e interés del público en general, el cine de menor impacto está casi silenciado.

En síntesis, el resultado de esta “balanza desajustada” es muy malo para quienes no forman parte del “cine elitizado”. Aunque existen películas que rompen esta burbuja mencionada más arriba, no hay suficiente demanda para romper de una vez las bases ya establecidas dentro de esta industria. La vitrina para estos es pequeña semana; lo que acaba resultando en mucho menos exposición. Así, muchas películas y profesionales talentosos terminan siendo "borrados" antes de siquiera existir. Es una triste realidad, pero que no es nueva. Sin embargo, está aumentando.

Si realmente te gusta el cine, necesitas ver más allá de lo que está en la estantería... Es decir, es necesario "cavar" profundo en lo que está expuesto, huir de lo obvio y de las demandas que están en auge en momentos específicos. Este es un modo funcional de "rebelarse" contra el sistema, y al mismo tiempo, hacer que las películas pequeñas tengan una oportunidad de ser apreciadas de la manera correcta. Sé que esto no cambiará de la noche a la mañana, pero es necesario empezar a hacer algo para que este escenario cambie, y los grandes jefes entiendan que no pueden controlar la máquina por completo. De lo contrario, ¿cómo será el cine del futuro?


Um gargalo (cada vez mais) estreito.

Já houve um tempo em que as competições dos filmes nas salas de cinemas eram, por assim dizer, mais justas. Agora, de uma maneira mais “predatória”, a forte tendência cada vez mais crescente é fazer parte de um nicho que geralmente envolve grandes estúdios, produtos com um público popular (e que geralmente aceita qualquer produto mais genérico com mais facilidade), nomes de peso (diretores, roteiristas, elenco) e porcentagens bem atrativas de lucros financeiros. A fórmula é previsível, e isso traz um impacto essencialmente negativo porque é um reflexo do interesse da sociedade no que é supérfluo.

A essência do cinema foi se perdendo ao longo dos anos, e apesar de ainda haver resistência, o interesse (ou aceitação) do que vem de fora dessa “bolha” precisa romper barreiras antes nunca vistas. Seja nas telas grandes ou nas pequenas (uma vez que já temos canais de streaming que podem ser acessados em diferentes tipos de telas), a concorrência com os pequenos nomes dentro desse mesmo segmento está sendo cada vez mais desleal (e tudo tende e ficar muito pior). Basicamente, por questões contratuais e interesse do público em geral, o cinema de menor impacto é quase silenciado.

Em síntese, o resultado dessa “balança desajustada” é muito ruim para quem não faz parte do “cinema elitizado”. Ainda que existam filmes que estouram essa bolha menciona mais acima, não há demanda suficiente para romper de vez as bases já estabelecidas dentro dessa indústria. A vitrine para esses é pequena semana; o que acaba resultando em bem menos exposição. Logo, muitos filmes e profissionais talentosos acabam sendo “apagados” antes mesmo de existirem. É uma triste realidade, mas que não é nova. No entanto, vem aumentando de nível.

Se você gosta de cinema de verdade, precisa enxergar além do que está na prateleira... Ou seja, é preciso “cavar” fundo no que está exposto, fugir do que óbvio e das demandas que estão em alta em momentos específicos. Esse é um jeito funcional de se “rebelar” contra o sistema, e ao mesmo tempo, fazer com que os filmes pequenos tenham uma chance de serem apreciados da maneira correta. Eu sei que isso não mudar do dia para a noite, mas é preciso começar a fazer algo para que esse cenário mude, e os grandes chefões entendam que eles não podem controlar a máquina por inteiro. Caso contrário, como será o cinema do futuro?

Posted via HiveSuite

Comments · 1

  • @rishehri(58)· 3h

    I think this problem is not limited to cinema, it exists in the visual arts as well. Sometimes the visibility of a work of art depends more on the artist’s fame, publicity and sponsorship than on its actual artistic value. As an artist, I believe we should look beyond the big names and give independent artists a fair chance to introduce their work to an audience. Supporting lesser-known works can help us discover ideas and perspectives that mainstream culture often ignores. From my personal experience in my field; visual arts galleries and exhibitions charge a lot of money from artists to hold exhibitions and do not provide any support to those who are not affiliated. In the film industry, which is not my area of ​​expertise, but you have pointed out this problem very well.