This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Ethically and morally, are you the same person when no one is watching you? This is one of the questions I always asked myself when watching a movie where, for some reason, a character had the power of invisibility. Whether through genetic manipulation or an analogy represented by some kind of "gift", I would place myself in that same situation and think about how I would behave knowing that no one could see what I wanted to do (or how I would do it).
Many people have certainly also thought about being invisible (literally speaking, and not invisible because they are ignored), even if just for a few hours or days. Particularly speaking, this would be very interesting, because one of my immediate behaviors in relation to this desire would be to observe the behavior of those around me. Not to try to change who these people are, but to be sure about which side I want to follow.
When you stay true to those around you, and especially when you stay true to who you really are; you become worthy of inspiration, trust, and respect. Everyone wants a bit of that, and being invisible, at times, would help me gain a better perspective on the people who are part of my personal and professional circle. Literally, I would know how to deal better with these people, and certainly, I would understand myself better.
Naturally (following a logical thought), we should all know a little better those who are part of our cycles. However, the harsh truth is that we will never fully know everyone. Not even those who are literally by our side. Therefore, being able to observe these people without them seeing me could bring me a new perspective on coexistence, and certainly... A new perspective on action in the short and long term.
Another interesting aspect of being invisible would be being able to "disconnect" from the world without having to give explanations. Not to do something outside of what I would normally do while being visible, but it would be interesting because I could bring new perceptions about myself to myself. These moments of "programmed egocentrism" have essential values of importance within our maturation process, and being invisible would be a functional decision.
This is my entry in the contest being promoted by the India United community.
¿Quién eres cuando nadie te está viendo?
Ética y moralmente, ¿eres la misma persona cuando nadie te está viendo? Esa es una de las preguntas que siempre me hacía cuando estaba viendo alguna película, donde por alguna razón, algún personaje tenía el poder de la invisibilidad. Sea por una manipulación genética o por una analogía representada por algún tipo de “don”, me ponía en esa misma situación y pensaba cómo me comportaría sabiendo que nadie podría ver lo que quería hacer (o cómo lo haría yo).
Muchas personas ciertamente también deben haber pensado en ser invisibles (literalmente hablando, y no invisibles por ser ignoradas), aunque sea por algunas horas o días. Particularmente hablando, eso sería muy interesante, porque uno de mis comportamientos inmediatos en relación a ese deseo sería observar el comportamiento de quienes están a mi alrededor. No para intentar cambiar quiénes son estas personas, sino para tener la certeza sobre cuál es el lado que quiero seguir.
Cuando te mantienes fiel a quienes te rodean, y principalmente, cuando te mantienes fiel a quien realmente eres; te conviertes en digno de inspiración, confianza y respeto. Todo el mundo quiere un poco de eso, y ser invisible, en algunos momentos, me ayudaría a tener una mejor visión sobre las personas que forman parte de mi círculo personal y profesional. Literalmente, sabría cómo lidiar mejor con esas personas, y ciertamente, entendería a mí mismo.
Naturalmente (siguiendo un pensamiento lógico), todos nosotros deberíamos conocer un poco mejor a quienes forman parte de nuestros ciclos. Sin embargo, la gran verdad es que nunca conoceremos a todos por completo. Nem mesmo quem está literalmente ao nosso lado. Entonces, poder observar a estas personas sin que ellas me vieran podría traerme una nueva perspectiva de convivencia, y ciertamente... Una nueva perspectiva de acción a corto y largo plazo.
Otro aspecto interesante de ser invisible sería poder "desconectarme" del mundo sin tener que dar explicaciones. No para hacer algo fuera de lo que normalmente haría estando visible, pero sería interesante porque podría traer nuevas percepciones sobre mí mismo para mí mismo. Esos momentos de “egocentrismo programado” tienen valores esenciales de importancia dentro de nuestro proceso de maduración, y estar invisible sería una decisión funcional.
Esta es mi participación en el concurso que está siendo promovido por la comunidad India United.
Quem você é quando ninguém está te vendo?
Ética e moralmente, você é a mesma pessoa quando ninguém está te vendo? Essa é uma das perguntas que eu sempre me fazia quando eu assistindo algum filme, onde por alguma razão, algum personagem tinha o poder da invisibilidade. Seja por uma manipulação genética ou por uma analogia representada por algum tipo de “dom”, eu me colocava dentro daquela mesma situação e pensava como eu me comportaria sabendo que ninguém poderia ver o que eu queria fazer (ou como eu iria fazer).
Muitas pessoas certamente também já devem ter pensado em ser invisíveis (literalmente falando, e não invisíveis por serem ignoradas), ainda que por algumas horas ou dias. Particularmente falando, isso seria muito interessante, porque um dos meus comportamentos imediatos em relação a esse desejo seria observar o comportamento de quem está ao meu redor. Não para tentar mudar quem estas pessoas são, mas para ter a certeza sobre qual é o lado que quero seguir.
Quando você se mantém fiel a quem está ao seu redor, e principalmente, quando você se mantém fiel a quem você é de verdade; você se torna digno de inspiração, confiança e respeito. Todo mundo quer um pouco disso, e ser invisível, em alguns momentos, iria me ajudar a ter uma melhor visão sobre as pessoas que fazem parte do meu círculo pessoal e profissional. Literalmente, eu saberia como lidar melhor com essas pessoas, e certamente, entenderia a mim mesmo.
Naturalmente (seguindo um pensamento lógico), todos nós deveríamos conhecer um pouco melhor que faz parte dos nossos ciclos. No entanto, a grande verdade é que nós nunca iremos conhecer todo mundo por completo. Nem mesmo quem está literalmente do nosso lado. Logo, poder observar essas pessoas sem que elas estivessem me vendo poderia me trazer uma nova perspectiva de convivência, e certamente... Uma nova perspectiva de ação no curto e longo prazo.
Um outro aspecto interessante sobre ser invisível seria poder me “desconectar” do mundo sem ter que dar explicações. Não para fazer algo fora do que eu normalmente faria estando visível, mas seria interessante porque eu poderia trazer novas percepções sobre mim mesmo para mim mesmo. Esses momentos de “egocentrismo programado” têm valores essenciais de importância dentro do nosso processo de amadurecimento, e estar invisível seria uma decisão funcional.
Essa é a minha participação no concurso que está sendo promovido pela comunidade India United.
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