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Movie

In the name of money.

Review by @wiseagent · 534d · of Sonic the Hedgehog 3

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Deadline

I was recently reading an article about actor Jim Carrey's return to the movies, after announcing his retirement from the big screen about two years ago. Carrey decided to return "solely" because of the money, and the project he chose to do so was the third part of Sonic (which, by the way, recently premiered in theaters). These types of attitudes focused solely on the financial side are nothing new, but the fact that this is said publicly is.

What I'm referring to here is precisely the willingness of an actor (especially with his movie resume) to do this without inventing any kind of far-fetched excuse, assuming that financial problems affect even those who supposedly already have so much money. I've rarely seen an actor mention this publicly, as naturally as Carrey, and this ends up being a positive thing, because it serves as an example for other actors.

The lack of financial control (which may or may not involve emotional factors of varying intensity) must certainly have been a big problem for Carrey, because after all, publicly admitting (albeit in an “ironic” way) that he has money within an industry that is so rich may seem somewhat conflicting for someone so famous, but this is a very clear demonstration of how much financial education is a preponderant factor in the success of our money.

On the other hand, I think that for any actor who truly loves what he does, admitting that he has returned to work just for the money must be a “synonym” for defeat, because no type of art should be considered this way. I know that no one works for pure pleasure, but making work just an obligation to pay the bills is never a good way to see things (especially when you are no longer the young man with so many possibilities).

To scale this up to an even greater prism, any and all actors who sell their work for any job that does not add much (or almost nothing) to them is also a pessimistic way of seeing things. This doesn't tend to be an uncommon scenario (especially in Hollywood), but it makes clear the financial and emotional dependence of professionals who aim for financial profit as their sole objective, above what they should essentially value.


En nombre del dinero.

Recientemente estaba leyendo un artículo sobre el regreso del actor Jim Carrey a los cines, luego de anunciar su retiro de la pantalla grande hace aproximadamente dos años. Carrey decidió regresar “únicamente” por el dinero y el proyecto que eligió hacer fue la tercera parte de Sonic (que, por cierto, se estrenó recientemente en cines). Este tipo de actitudes enfocadas sólo en el aspecto financiero no son nada nuevo, pero el hecho de que esto se diga públicamente sí lo es.

Aquí me refiero precisamente a la voluntad de un actor (en particular, de su currículum cinematográfico) de hacer esto sin inventar ningún tipo de excusa elegante, asumiendo que los problemas financieros afectan incluso a aquellos que supuestamente ya tienen tanto dinero. Pocas veces he visto a un actor mencionar esto públicamente, con tanta naturalidad como Carrey, y esto termina siendo algo positivo, porque sirve de espejo para los demás actores.

La falta de control financiero (que puede involucrar o no factores emocionales de diferente intensidad) ciertamente debe haber sido un gran problema para Carrey, porque al fin y al cabo, asumir públicamente (aunque sea de manera “irónica”) dinero dentro de una industria tan Ser rico puede parecer algo contradictorio para alguien tan famoso, pero esto es una demostración muy clara de hasta qué punto la educación financiera es un factor importante en el éxito de nuestro dinero.

Por otro lado, creo que para cualquier actor que realmente ama lo que hace, asumir que volvió a trabajar sólo por el dinero debe ser un “sinónimo” de derrota, porque ningún tipo de arte debe ser considerado de esta manera. Sé que nadie trabaja por puro placer, pero hacer del trabajo sólo una obligación para pagar cuentas nunca es una buena forma de ver las cosas (sobre todo cuando ya no eres ese joven con tantas posibilidades).

Llevando esto a un prisma aún mayor, todos y cada uno de los actores que venden su trabajo por cualquier trabajo que no aporte mucho (o casi nada) también es una forma pesimista de ver las cosas. Este no suele ser un escenario infrecuente (especialmente en Hollywood), pero deja clara la dependencia financiera y emocional de los profesionales que apuntan al beneficio económico como único objetivo, por encima de lo que esencialmente deberían valorar.


Em nome do dinheiro.

Recentemente, eu estava lendo uma matéria sobre a volta do ator Jim Carrey aos cinemas, depois ter anunciado à sua aposentadoria das telonas há cerca de dois anos. Carrey decidiu voltar “unicamente” por causa do dinheiro e projeto que ele escolheu para fazer isso foi a terceira parte do Sonic (que aliás, estreou recentemente nos cinemas). Esses tipos de atitudes focadas apenas no lado financeiro não são nenhuma novidade, mas o fato disso ser dito publicamente sim.

Aqui eu me refiro precisamente a disposição de um ator (em especial, o currículo cinematográfico que ele tem) a fazer isso sem inventar nenhum tipo de desculpa mirabolante, assumindo que problemas financeiros afetam até mesmo aqueles que supostamente já tem tanto dinheiro. Pouquíssimas vezes eu vi algum ator mencionar isso publicamente, de maneira tão natural quanto Carrey, e isso acaba sendo algo positivo, porque serve de espelho para os demais atores.

O descontrole financeiro (que pode ou não envolver fatores emocionais de diferentes intensidades) certamente deve ter sido um grande problema para Carrey, porque afinal, assumir publicamente (ainda que forma “irônica”) de dinheiro dentro de uma indústria que é tão rica pode parecer um tanto quanto conflituoso para alguém tão famoso, mas isso é uma demonstração bem clara do quanto educação financeira é um fator preponderante no sucesso do nosso dinheiro.

Por outro lado, eu penso que para qualquer ator que realmente ama o que faz, assumir que voltou a trabalhar apenas pelo dinheiro deve ser um “sinônimo” de derrota, porque nenhum tipo de arte deveria ser considerado desta maneira. Eu sei que ninguém trabalha por puro prazer, mas fazer do trabalho apenas uma obrigação para pagar contas nunca é uma boa maneira de enxergar as coisas (principalmente quando você já não é mais o jovem com tantas possibilidades).

Escalando isso para um prisma ainda maior, todo e qualquer ator que vende o seu trabalho para qualquer trabalho que não lhe acrescenta muita coisa (ou quase nada) também é uma forma pessimista de enxergar as coisas. Esse não tende a ser um cenário incomum (especialmente em Hollywood), mas que deixa claro a dependência financeira e emocional de profissionais que visam lucro financeiro como único objetivo, acima do que eles deveriam essencialmente valorizar.

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