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Jumping the shark.

Review by @wiseagent · 1200d · of Jumping the shark

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Britsh Comedy Guide

This is an American expression that is basically used (both by specialized critics and by the general public) when a movie franchise or a TV series starts to lose total control (without having a real possibility of convincing return) over the very one that was built over the course of its events. In other words, it is when the series is no longer able to recognize itself as material at the beginning of its media journey.

When that happens, the stories no longer make as much sense and the script no longer seems to be one of the priorities. The characters lose their real motivations. The scenarios are already out of the usual pattern. Directional work becomes something unpretentious and no longer intended to be something with greater intentions of being really good or attractive. Things just keep happening, within a new optimum, where the reality of facts is no longer the same.

Personally speaking, I've seen this happen with as many movie franchises as I have seen it with TV series. Regarding franchises, it's easier to overcome frustrations when that happens, because unlike TV series, I don't have so much time wasted having to follow so many chapters (and sometimes, for long seasons). This can happen due to the most diverse types of factors, which, incidentally, can be so numerous that they cannot be classified.

Some of them are: changes in the cast, in the team of writers, producers or directors, divergences between the points of view of the producers (writers and directors are also part of this package) and the studios, the influence of the confused public that sometimes does not know what who wants to watch, bad decisions by the marketing team and many other examples. The fact is that this expression, despite not being so new, is still something very relevant.


Jumping the shark.

Esta es una expresión americana que se utiliza básicamente (tanto por la crítica especializada como por el público en general) cuando una franquicia cinematográfica o una serie de televisión empiezan a perder el control total (sin tener una posibilidad real de retorno convincente) sobre la misma que fue construida. en el transcurso de sus eventos. Es decir, es cuando la serie ya no es capaz de reconocerse como material al inicio de su recorrido mediático.

Cuando eso sucede, las historias ya no tienen tanto sentido y el guión ya no parece ser una de las prioridades. Los personajes pierden sus verdaderas motivaciones. Los escenarios ya se salen del patrón habitual. El trabajo direccional se convierte en algo sin pretensiones y ya no pretende ser algo con mayores intenciones de ser realmente bueno o atractivo. Las cosas siguen sucediendo, dentro de un nuevo óptimo, donde la realidad de los hechos ya no es la misma.

Hablando personalmente, he visto que esto sucede con tantas franquicias de películas como lo he visto con series de televisión. En cuanto a las franquicias, es más fácil superar las frustraciones cuando eso sucede, porque a diferencia de las series de televisión, no pierdo tanto tiempo teniendo que seguir tantos capítulos (y, a veces, durante largas temporadas). Esto puede ocurrir debido a los más diversos tipos de factores, que, dicho sea de paso, pueden ser tan numerosos que no se pueden clasificar.

Algunos de ellos son: cambios en el elenco, en el equipo de guionistas, productores o directores, divergencias entre los puntos de vista de los productores (guionistas y directores también forman parte de este paquete) y los estudios, la influencia del público desorientado. que a veces no sabe lo que quiere ver, malas decisiones del equipo de marketing y muchos otros ejemplos. El caso es que esta expresión, a pesar de no ser tan nueva, sigue siendo algo muy relevante.


Jumping the shark.

Essa é uma expressão americana que é basicamente utilizada (tantos pelos críticos especializados quanto pelo público em geral) quando uma franquia de filmes ou uma série de TV começa a perder o controle total (sem haver uma real possibilidade de retorno convincente) sobre a própria que foi construída ao longo dos seus acontecimentos. Em outras palavras, é quando a série não consegue mais se reconhecer enquanto um material no início da sua jornada midiática.

Quando isso acontece, as estórias não fazem mais tanto sentido e o roteiro já não parece mais ser uma das prioridades. Os personagens perdem às suas reais motivações. Os cenários já estão fora do padrão habitual. O trabalho direcional se torna algo despretensioso e que não tem mais à intenção de ser algo com maiores intenções de ser realmente bom ou atrativo. As coisas só vão acontecendo, dentro de uma nova ótima, onde a realidade dos fatos não é mais a mesma.

Particularmente falando, eu já vi isso acontecer tantos com franquias de filmes quanto em séries de TV. Em relação as franquias, é mais fácil superar as frustrações quando isso acontece, porque ao contrário das séries de TV, eu não tenho tanto tempo perdido tendo que acompanhar tantos capítulos (e às vezes, por longas temporadas). Isso pode acontecer pelos mais diversos tipos de fatores, que aliás, podem ser tão inúmeros a pontos de não conseguirem ser classificados.

Alguns deles são: mudanças no elenco, no time de roteiristas, produtores ou diretores, divergências entre os pontos de vistas dos produtores (roteiristas e diretores também fazem parte deste pacote) e dos estúdios, a influência do público confuso que às vezes não sabe o que quer assistir, decisões erradas por parte da equipe de marketing e tantos outros exemplos. O fato é que essa expressão, apesar de não ser tão nova, ainda continua sendo algo muito relevante.