This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

Cinematographically speaking, conquering a captive space, creating an imposing identity and making the public remember it over the years is one of the most difficult things to be done by anyone who wants to be part of such a “wild” universe. This journey is usually full of ups and downs, because that is precisely what characterizes this search for acceptance within this sector: divergences in parallel with all their consequences.
A very interesting point within the context in which I am writing this text is the fact that some directors, screenwriters, producers, actors and actresses suffer from a problem that, at times, can be very recurrent: the “single job syndrome”. That name was something I came up with, and what I mean by that is that a lot of these people manage to get high visibility for their work just for a single hit in their careers.
When some work is very successful (and inevitably ends up indicating what can become a career in meteoric rise in many cases), the names of these professionals are literally “marked” because of what they did. From this point on, the next jobs need to be as good (or better) for them to remain relevant to the industry, and to themselves as professionals. However, this does not always happen.
Often, without being able to replicate another success with other projects, ostracism happens. A very complicated phase where these professionals begin to be “forgotten”, little by little they become “invisible” to the sector and all that is left are the memories of a job that was so good so long ago (and continues to be so), the point to become a kind of “lifesaver” in terms of psychological issues (which unfortunately are still very judged).
Una vez en la vida.
Cinematográficamente hablando, conquistar un espacio cautivo, crear una identidad imponente y hacer que el público la recuerde a lo largo de los años es una de las cosas más difíciles de hacer para cualquiera que quiera ser parte de un universo tan “salvaje”. Este recorrido suele estar lleno de altibajos, porque eso es precisamente lo que caracteriza esta búsqueda de aceptación dentro de este sector: divergencias en paralelo con todas sus consecuencias.
Un punto muy interesante dentro del contexto en el que escribo este texto es el hecho de que algunos directores, guionistas, productores, actores y actrices padecen un problema que, en ocasiones, puede ser muy recurrente: el “síndrome del trabajo único”. Ese nombre fue algo que se me ocurrió, y lo que quiero decir con eso es que muchas de estas personas logran obtener una gran visibilidad de su trabajo solo por un solo éxito en sus carreras.
Cuando algún trabajo tiene mucho éxito (e inevitablemente acaba indicando lo que puede llegar a ser una carrera en ascenso meteórico en muchos casos), los nombres de estos profesionales quedan literalmente “marcados” por lo que hicieron. A partir de este momento, los próximos trabajos deben ser tan buenos (o mejores) para que sigan siendo relevantes para la industria y para ellos mismos como profesionales. Sin embargo, esto no siempre sucede.
A menudo, sin poder replicar otro éxito con otros proyectos, sucede el ostracismo. Una fase muy complicada donde estos profesionales empiezan a ser “olvidados”, poco a poco se vuelven “invisibles” para el sector y solo quedan los recuerdos de un trabajo que fue tan bueno hace tanto tiempo (y lo sigue siendo), el punto de convertirse en una especie de “salvavidas” en cuanto a cuestiones psicológicas (que lamentablemente aún están muy juzgadas).
Uma vez na vida.
Cinematograficamente falando, conquistar um espaço cativo, criar uma identidade imponente e fazer o público se lembrar disso ao longo dos anos é uma das coisas mais difíceis de serem feitas por qualquer pessoa que deseje fazer parte deste universo tão “selvagem”. Essa jornada geralmente é repleta de altos e baixos, porque é justamente isso o que caracteriza essa busca pela aceitação dentro desse setor: divergências em paralelo a todas às suas consequências.
Um ponto muito interessante dentro desse contexto no qual eu estou escrevendo este texto, é o fato de que alguns diretores, roteiristas, produtores, atores e atrizes sofrem com um problema que, às vezes, pode ser bem recorrente: a “síndrome do trabalho único”. Esse nome foi algo que eu criei, e o que eu quero dizer com isso, é que muitas dessas pessoas conseguem ter uma alta visibilidade em relação ao seu trabalho apenas por um único acerto em suas carreiras.
Qual algum trabalho faz muito sucesso (e inevitavelmente acaba indicando aquilo que pode vir a ser uma carreira em ascensão meteórica em muitos casos), os nomes desses profissionais ficam literalmente “marcados” por causa do que eles fizeram. A partir deste ponto, os próximos trabalhos precisam ser tão bons (ou melhores) para que eles continuem sendo relevantes para a indústria, e para eles mesmos enquanto profissionais. No entanto, nem sempre isso acontece.
Muitas vezes, sem conseguir replicar um outro sucesso com outros projetos, acontece o ostracismo. Uma fase muito complicada onde esses profissionais começam a ser “esquecidos”, pouco a pouco se tornam “invisíveis” para o setor e tudo o que sobra são as lembranças de um trabalho que há tanto tempo foi tão bom (e continua sendo), a ponto se tornar uma espécie de “salva-vidas” em termos de questões psicológicas (que infelizmente ainda são muito julgadas).