This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

The year 2023 will be marked on television in the history of the HBO channel by the arrival of the adaptation of the famous game The Lasf of Us. An audacious production, but one that unfortunately failed to remain a major production throughout its nine episodes. Renewed for a second season, I particularly hope that something much more energetic is done, and that all the excessive drama presented in the first season is something less present.
At the moment, I write this post to express a great experience I had. I decided to watch this TV series while playing the game. Doing this for the first time made me mature in terms of the power of expectations. The order was always to watch a chapter of the TV series and then play the game as far as the adaptation of the chapter had gone. Obviously, I made a lot of comparisons and it brought me a lot of ups and downs.
In summary, I can say that it was a great experience. The game and the TV series are two completely different worlds, with different didactics, dynamics and approaches. I particularly prefer the plot and pace of the game, which is much more meaningful and frenetic within the context that the game itself builds. The made-for-television one takes the more dramatic approach (that's not the main downside) and that would have been great if it weren't excessive.
The most fun thing about playing the game and watching what was made for television almost simultaneously is seeing a huge range of existing concepts in the game being worked on from different perspectives by the producers and screenwriters. Two sources of materials with rich approaches, which complement each other when analyzed as a whole, but which in their singularities seem to be “different” materials because they follow very opposite paths in their identities.
The Last of Us: Lo mejor de ambos mundos.
El año 2023 estará marcado en televisión en la historia del canal HBO por la llegada de la adaptación del famoso juego The Lasf of Us. Una producción audaz, pero que lamentablemente no logró seguir siendo una producción importante a lo largo de sus nueve episodios. Renovada para una segunda temporada, espero particularmente que se haga algo mucho más enérgico, y que todo el dramatismo excesivo presentado en la primera temporada sea algo menos presente.
Por el momento, escribo este post para expresar una gran experiencia que tuve. Decidí ver esta serie de televisión mientras jugaba. Hacer esto por primera vez me hizo madurar en cuanto al poder de las expectativas. El orden siempre era ver un capítulo de la serie de TV y luego jugar el juego hasta donde había llegado la adaptación del capítulo. Obviamente, hice muchas comparaciones y me trajo muchos altibajos.
En resumen, puedo decir que fue una gran experiencia. El juego y la serie de televisión son dos mundos completamente diferentes, con didácticas, dinámicas y enfoques diferentes. Particularmente prefiero la trama y el ritmo del juego, que es mucho más significativo y frenético dentro del contexto que construye el juego en sí. El hecho para televisión tiene un enfoque más dramático (ese no es el principal inconveniente) y eso hubiera sido genial si no fuera excesivo.
Lo más divertido de jugar el juego y ver lo que se hizo para la televisión casi simultáneamente es ver una gran variedad de conceptos existentes en el juego trabajados desde diferentes perspectivas por los productores y guionistas. Dos fuentes de materiales con ricas aproximaciones, que analizadas en su conjunto se complementan, pero que en sus singularidades parecen ser materiales “diferentes” porque siguen caminos muy opuestos en sus identidades.
The Last of Us: O melhor dos dois mundos.
O ano de 2023 será televisivamente marcado na história do canal HBO pela chegada da adaptação do famoso jogo The Lasf of Us. Uma produção audaciosa, mas que infelizmente não conseguiu se manter como uma grande produção ao longo dos seus nove episódios. Renovada para uma segunda temporada, eu particularmente espero que algo muito mais enérgico seja feito, e que todo o drama excessivo apresentado na primeira temporada seja algo menos presente.
No momento, eu escrevo este post para externar uma ótima experiência que eu tive. Eu decidi assisti essa série de TV ao mesmo tempo em que jogava o jogo. Fazer isso pela primeira vez me proporcionou um amadurecimento em relação ao poder de expectativas. A ordem era sempre assistir um capítulo da série de TV e, em seguida, jogar o jogo até onde a adaptação do capítulo havia chegado. Obviamente, eu fiz muitas comparações e isso me trouxe muitos altos e baixos.
Em síntese, eu posso dizer que foi uma ótima experiência. O jogo e a série de TV são dois mundos completamente diferentes, com didáticas, dinâmicas e abordagens distintas. Eu particularmente prefiro a trama e o ritmo do jogo, que é muito mais significativo e frenético dentro do contexto que o próprio jogo constrói. O que foi feito para a televisão tem a abordagem mais dramática (isso não é o ponto negativo principal) e isso teria sido ótimo se não fosse excessivo.
O mais divertido em jogar o jogo e assistir o que foi feito para a televisão quase que simultaneamente, é enxergar uma gama enorme de concepções existentes no jogo sendo trabalhadas sobre diversos olhares por parte dos produtores e roteiristas. Duas fontes de materiais com abordagens ricas, que se completam quando analisadas como um todo, mas que em suas singularidades parecem materiais “diferentes” por seguirem caminhos bem opostos em suas identidades.