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Pulling the strings of lies.

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Axios

On paper, the democratic process in Brazil is something inspiring. There is no denying that. The right to vote is just one of the main achievements of society within this electoral context, which always “echoes” more strongly during election season (especially when the presidential seat is, once again, the greatest object of desire for any politician). In practice, all justice related to this is (almost) invisible, and it diminishes the magnitude of this process. It even seems to me like a horror script mixed with science fiction, where society is the one paying the highest price.

This year, the race in the elections (at all levels) has already been easily manipulated with lies that are even more numerous and strategically more sophisticated. At the top of any strategy (whether in the cyber field or in the field of reality), lies are the factor that “dictates” the rules, and the way this kind of rotten strategy is used makes me think about how bad things can still get in a future that has never been so distant, and that is now more dangerous. The escalation of manipulation knows no bounds.

The normalization of lies, and their acceptance by more alienated voters, is frighteningly real. I am impressed (negatively, of course) to see how millions of people are easily manipulated with a range of very functional lies that are “made up” with speeches about freedom of expression and the omission of true intentions behind the public machinery that favors the politicians involved in this frantic pursuit of more money, power, and state control. Literally, it is a scenario that does not improve... Despite all the notable advances.

This is not just about poor people or people without a high level of education; it is also about people with high purchasing power and an extremely high level of education. On both sides, the strings of lies are pulled, and the damage is diluted between them. However, the side that always suffers the most is the weaker side of the rope... In other words, poorer people. It is a predictable observation... And one that not even the class itself can perceive, that they are the victims.

Everything seems to be getting out of control, and with the advancement of artificial intelligence, it becomes even harder to “tame” a society that does not even have regulatory elements regarding how lies should be treated (legally speaking, because within the moral sphere... it should be easy to understand that every single lie should be abhorred in any kind of discourse). I really wanted to believe in a better future (not just within the political sphere), but with each year we move forward, I realize that it really is every man for himself, and God for all (on a promising path).


Tirando de los hilos de las mentiras.

Sobre el papel, el proceso democrático en Brasil es algo inspirador. No hay cómo negarlo. El derecho a votar es apenas una de las principales conquistas de la sociedad dentro de este contexto electoral, que siempre “resuena” con más fuerza durante el período de las elecciones (principalmente cuando el sillón presidencial está, una vez más, siendo el mayor objeto de deseo de cualquier político). En la práctica, toda justicia relacionada con esto es (casi) invisible, y anula la magnitud de este proceso. Me parece incluso un guion de terror mezclado con ciencia ficción, donde la sociedad es quien paga el precio más caro.

Este año, la carrera en las elecciones (en todas las escalas) ya ha sido fácilmente manipulada con mentiras aún más numerosas y estratégicamente más sofisticadas. En la cima de cualquier estrategia (ya sea en el campo cibernético o en el campo de la realidad), la mentira es el factor que “dicta” las reglas, y la manera en que se utiliza este tipo de estrategia podrida, me hace pensar en lo malas que aún pueden ponerse las cosas en un futuro que nunca estuvo tan distante, y que ahora es más peligroso. La escalada de la manipulación no conoce límites.

La normalización de la mentira, y la aceptación de la misma por parte de los electores más alienados, es aterradoramente muy real. Me quedo impresionado (negativamente, por supuesto) al ver cómo millones de personas son fácilmente manipuladas con una gama de mentiras muy funcionales que son “maquilladas” por discursos de libertad de expresión y la omisión de verdaderas intenciones detrás de la maquinaria pública que favorece a los políticos involucrados en esta búsqueda frenética de más dinero, poder y control estatal. Literalmente, es un escenario que no mejora... A pesar de todos los avances notables.

No se trata aquí solo de personas pobres o sin una instrucción educativa elevada; se trata también de personas con alto poder adquisitivo y un grado de instrucción educativa altísimo. De ambos lados, los hilos de las mentiras son tirados, y el daño se diluye entre ellos. Sin embargo, quien más sufre siempre es el lado más débil de la cuerda... O sea, las personas más pobres. Es una constatación previsible... Y que ni siquiera la propia clase logra percibir que son las víctimas.

Todo parece estar saliéndose de control, y con el avance de la inteligencia artificial, resulta aún más difícil “domar” una sociedad que siquiera tiene elementos reguladores sobre cómo debe tratarse la mentira (jurídicamente hablando, porque dentro del ámbito moral... debería ser fácil entender que toda y cualquier mentira debería ser abominada en cualquier tipo de discurso). Realmente quisiera creer en un futuro mejor (no solo dentro del campo político), pero cada año que seguimos avanzando, me doy cuenta de que realmente es cada uno por sí mismo, y Dios por todos (en un camino prometedor).


Puxando as cordas das mentiras.

No papel, o processo democrático no Brasil é algo inspirador. Não há como negar isso. O direito de votar é apenas uma das principais conquistas da sociedade dentro desse contexto eleitoral, que sempre “ecoa” com mais força durante o período das eleições (principalmente quando a cadeira presidencial está, uma vez mais, sendo o maior objeto de desejo de qualquer político). Na prática, toda justiça relacionada a isso é (quase) invisível, e anula a magnitude desse processo. Me parece até um roteiro de horror misturado com ficção científica, onde a sociedade é quem paga o preço mais caro.

Este ano, a corrida nas eleições (em todas as escalas) já tem sido facilmente manipuladas com as mentiras ainda mais numerosas e estrategicamente mais sofisticadas. No topo de qualquer estratégia (seja ela no campo cibernético ou no campo da realidade), a mentira é fator que “dita” as regras, e o modo como esse tipo de estratégia podre é usado, me faz pensar o quão ruins as coisas ainda podem ficar num futuro que nunca foi tão distante, e que agora é mais perigoso. A escalada da manipulação desconhece qualquer limite.

A normalização da mentira, e a aceitação da mesma por parte dos eleitores mais alienados, é assustadoramente muito real. Eu fico impressionado (negativamente, é claro) em ver como milhões de pessoas são facilmente manipuladas com uma gama de mentiras muito funcionais que são “maquiadas” por discursos de liberdade de expressão e a omissão de verdadeiras intenções por trás da máquina pública que favorece os políticos envolvidos nessa busca frenética por mais dinheiro, poder e controle estatal. Literalmente, é um cenário que não melhora... Apesar de todos os avanços notáveis.

Não se trata aqui apenas de pessoas pobres ou sem instrução educacional elevada; se trata também sobre pessoas de poder aquisitivo alto e grau de instrução educação altíssimo. De ambos os lados, as cordas de mentiras são puxadas, e o dano é diluído entre eles. No entanto, quem sofre mais sempre é o lado mais fraco da corda... Ou sejam, as pessoas mais pobres. É uma constatação previsível... E que nem mesmo a própria classe consegue perceber que são as vítimas.

Tudo parece estar saindo do controle, e com o avanço da inteligência artificial, fica ainda difícil “domar” uma sociedade que sequer tem elementos reguladores sobre como a mentira deve ser tratada (judicialmente falando, porque dentro do âmbito moral... deveria ser fácil entender que toda e qualquer mentira deveria ser abominada de qualquer tipo de discurso). Eu realmente queria acreditar em um futuro melhor (não apenas dentro do campo político), mas a cada ano que seguimos em frente, me dou conta de que é mesmo cada um por si só, e Deus por todos (num caminho promissor).

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