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The death of intelligence right in front of us.

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

The world of technology is something quite admirable. No one can (or should) deny that. However, despite all skepticism regarding this evolution (which is justified by the rot of this “poisoned apple” through the countless types of scams that are committed within this environment... just to mention one very common example around the world), it is necessary to recognize how many good things have been done (but without forgetting the harmful side).

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eLearning Industry

However, when we talk (specifically) about artificial intelligence, sometimes I find myself wondering whether all the benefits already achieved really outweigh all the problems that we (still) will have in the future (everything that is already seen today, but that will be greatly amplified by mass adoption; especially that part of the population that does't like to think). This brings negative scenarios to my mind, because I see something nebulous right ahead.

Whether in the cyber world or in the real world, it seems that the death of intelligence is more “visible” than ever. A group that I particularly like to call “digital illiterates” (not always because of an obvious lack of creative potential or lack of intelligence), but mainly because of the replacement of gray matter with an artificial intelligence that is basically something unattainable (but that many people think they can “tame” with a few clicks).

Within this scenario, the examples are truly countless (on various levels); and one of the ones that concerns me most is how much people are “trading” their ability to reason in order to optimize their active time in the pursuit of other functions (which are not always good, by the way). This scenario reminds me of the “rat race”, which becomes the pursuit of nothing amid motivations that are controlled by other “instances” that are not up to us.

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ScienceDaily

Knowledge is one of the few “things” that absolutely no one can take away from us. Information is power. (a lot of power). However, many people still have not realized this. Perhaps, for these people, it is more interesting to “outsource” their way of thinking to machines (this is clear in interactions in the social media sphere, for example). In any case, what is the real reward for doing this? Is it really worth it? We don't have a definitive answer (yet).


La muerte de la inteligencia justo frente a nosotros.

El mundo de la tecnología es algo muy admirable. Nadie puede (o debería) negarlo. Sin embargo, a pesar de todo escepticismo respecto a esta evolución (que está justificado por la podredumbre de esta “manzana envenenada” a través de los innumerables tipos de estafas que se cometen dentro de este entorno... solo por mencionar un ejemplo muy común alrededor del mundo), es necesario reconocer cuántas cosas buenas se han hecho (pero sin olvidar el lado dañino).

Sin embargo, cuando hablamos (específicamente) sobre inteligencia artificial, a veces me encuentro pensando si todos los beneficios ya alcanzados, realmente se sobreponen a todos los problemas que nosotros (todavía) tendremos en el futuro (todo lo que ya se ve hoy, pero que será ampliamente potenciado por una adhesión masiva; en especial, aquella parte de la población a la que no le gusta pensar). Esto me trae escenarios negativos a mi mente, porque veo algo nebuloso justo adelante.

Ya sea en el mundo cibernético o en el mundo real, parece que la muerte de la inteligencia está más “visible” que nunca. Un grupo al que particularmente me gusta llamar “analfabetos digitales” (no siempre por la evidente falta de potencial creativo o falta de inteligencia), sino principalmente por la sustitución de la materia gris por una inteligencia artificial que es básicamente algo inalcanzable (pero que muchas personas creen que pueden “domar” con unos pocos clics).

Dentro de este escenario, los ejemplos son realmente incontables (en diversas capas); y uno de los que más me preocupa, es cuánto las personas están “permutando” la habilidad que tienen de razonar, para optimizar su tiempo de actividad en la búsqueda de otras funciones (que no siempre son buenas, por cierto). Este escenario me recuerda a la “carrera de ratas”, que se convierte en la búsqueda de la nada en medio de motivaciones que son controladas por otras “instancias” que no nos corresponden.

El conocimiento es una de las pocas “cosas” que absolutamente nadie puede quitarnos. La información es poder. (mucho poder). Sin embargo, muchas personas todavía no se han dado cuenta de ello. Quizás, para esas personas, sea más interesante “tercerizar” a las máquinas su manera de pensar (esto queda claro en interacciones en el campo mediático social, por ejemplo). De cualquier modo, ¿cuál es la recompensa real por detrás de esto? ¿Realmente vale la pena? No tenemos (todavía) una respuesta definitiva.


A morte da inteligência bem na nossa frente.

O mundo da tecnologia é mesmo algo admirável. Ninguém pode (ou deveria) negar isso. No entanto, apesar de todo ceticismo quanto a essa evolução (que é justificado pela podridão dessa “maçã envenenada” através dos incontáveis tipos de golpes que são cometidos dentro desse ambiente... apenas para mencionar um exemplo muito comum ao redor do mundo), é preciso reconhecer quantas coisas boas foram feitas (mas sem esquecer o lado danoso).

No entanto, quando nós falamos (especificamente) sobre inteligência artificial, às vezes eu me pego pensando se todos os benefícios já alcançados, realmente se sobrepõem a todos os problemas que nós (ainda) iremos ter no futuro (tudo que já é visto hoje, mas que será amplamente potencializado por uma adesão em massa; em especial, aquela parte da população que não gosta de pensar). Isso me traz cenários negativos à minha mente, porque vejo algo nebuloso logo à frente.

Seja no mundo cibernético ou no mundo real, parece que a morte da inteligência está mais “visível” do que nunca. Um grupo que eu particularmente gosto de chamar de “analfabetos digitais” (nem sempre pela evidente falta de potencial criativo ou falta de inteligência), mas principalmente pela substituição da massa cinzenta por uma inteligência artificial que é basicamente algo inalcançável (mas que muitas pessoas acham que podem “domar” com alguns poucos cliques).

Dentro desse cenário, os exemplos são realmente incontáveis (em camadas diversas); e um dos que mais me preocupa, é o quanto as pessoas estão “permutando” a habilidade que elas têm de raciocinar, para otimizar o tempo de atividade delas na busca por outras funções (que nem sempre são boas, aliás). Esse cenário me lembra a “corrida dos ratos”, que se torna a busca pelo nada em meio a motivações que são controladas por outras “instâncias” que não são nos cabem.

Conhecimento é uma das poucas “coisas” que absolutamente ninguém pode tirar da gente. Informação é poder. (muito poder). No entanto, muitas pessoas ainda não se deram conta disso. Talvez, para essas pessoas, seja mais interessante “terceirizar” as máquinas o seu modo de pensar (isso fica claro em interações no campo midiático social, por exemplo). De qualquer modo, qual é a recompensa real por traz isso? Será que realmente vale à pena? Não (ainda) temos uma resposta definitiva.

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