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Yes, old habits can also turn to dust.

This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

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Getty Images

When I go to the cinema, one of my "rituals" (so to speak) is to arrive while the lights in the auditorium are still on. Basically, I like to do this to get more comfortable in my seat, organize my snacks without rushing while the movie hasn't started yet. Moreover, I also like to do this because watching the trailers is part of the "feeling of belonging" in that place which I have always considered as if it were just mine since my teenage years.

This is a habit of arriving early at the cinema that I still have today, but I confess that I seriously need to reconsider this "strategy" for a simple reason: the extremely exaggerated amount of advertising materials, even before the trailers start, is at an absurd level of "screen quota" on the part of the sponsors. Literally too much. In some cases, I have had to wait around 15 to 20 minutes before the trailers even started. What is happening?

The content is very diverse. From advertisements for the cinema chain itself (such as promotions and the traditional safety rules), advertisements for resorts and international trips, internet company plans, and even federal government advertisements. Not to mention the "quality tests" that are conducted in some theaters to "prove" how good they are (specifically speaking about sound and image quality, and how the audience receives the material to be shown).

If all these marketing campaigns are added to the trailers that are still shown, the wait for the movie itself becomes increasingly "boring", easily reaching over 30 minutes in a regular session. Some exceptions occur when the movies are longer, but even so, this habit of arriving earlier is still somewhat boring because the wait for the movie itself exceeds a time considered normal. Where will all this lead the future of cinema?

What was once a source of personal pleasure has now become almost a "burden" to be carried by the particular commitment to include myself within a segment that I have enormous admiration for. I know I don't have these obligations, but I do it because, as I mentioned earlier, it makes me feel good. However, it is necessary to reconsider the concept of what does us good when things start to deviate from what is naturally considered normal.


Sí, viejos hábitos también pueden volverse polvo.

Cuando voy al cine, uno de mis "rituales" (por así decirlo) es llegar cuando las luces de la sala aún están encendidas. Básicamente, me gusta hacer esto para acomodarme mejor en la butaca, organizar mis bocadillos sin apurarme mientras la película no comienza. Además, también me gusta hacer esto porque ver los trailers forma parte de "sentir la atmósfera de pertenencia" en ese lugar que, desde la adolescencia, siempre he considerado como si fuera solo mío.

Ese es un hábito de llegar más temprano al cine que tengo hasta hoy, pero confieso que estoy seriamente necesitando revisar esta "estrategia" por una simple razón: la cantidad extremadamente exagerada de materiales publicitarios, antes incluso de que empiecen los trailers, está en un nivel absurdo de "cuota de pantalla" por parte de los patrocinadores. Literalmente demasiado. En algunos casos, ya he tenido que esperar algo alrededor de 15 a 20 minutos antes de que los trailers siquiera comenzaran. ¿Qué está pasando?

Los contenidos son de lo más diversos. Desde anuncios de la propia cadena de cines (como promociones y las tradicionales normas de seguridad), anuncios de resorts y viajes internacionales, planes de empresas de internet e incluso anuncios del gobierno federal. Eso sin mencionar las "pruebas de calidad" que se realizan en algunas salas para "demostrar" cuán buenas son (hablando precisamente de la calidad de sonido e imagen, y cómo el público recibe el material a ser exhibido).

Si se suman todas esas campañas de marketing a los trailers que aún se exhiben, la espera por la película en sí se vuelve cada vez más "aburrida", pudiendo llegar fácilmente a más de 30 minutos en una sesión regular. Algunas excepciones ocurren cuando las películas son más largas, pero aun así, este hábito de llegar más temprano sigue siendo un poco aburrido porque la espera por la película en sí excede un tiempo considerado como normal. ¿A dónde llevará todo esto el futuro del cine?

Lo que antes era un motivo de placer personal, hoy se ha convertido casi en una "carga" que debo llevar por el compromiso particular de incluirme dentro de un segmento al cual tengo una enorme admiración. Sé que no tengo esas obligaciones, pero lo hago porque, como ya mencioné anteriormente, eso me hace sentir bien. Sin embargo, es necesario revisar el concepto de lo que nos hace bien cuando las cosas comienzan a salirse de lo que naturalmente se considera normalidad.


Sim, velhos hábitos também podem virar poeira.

Quando eu vou ao cinema, um dos meus “rituais” (por assim dizer) é chegar quanto as luzes da sala ainda estão acessas. Basicamente, eu gosto de fazer isso para me acomodar melhor na poltrona, organizar os meus lanches sem me apressar enquanto o filme não começa. Além disso, eu também gosto de fazer isso porque assistir os trailers faz parte do “sentir a atmosfera de pertencimento” naquele lugar que eu, desde a adolescência, sempre considerei como se fosse só meu.

Esse é um hábito de chegar mais cedo ao cinema que eu tenho até hoje, mas confesso que estou seriamente precisando rever essa “estratégia” por uma simples razão: a quantidade extremamente exagerada de materiais publicitários, antes mesmo dos trailers começarem, está em um nível absurdo de “cota de tela” por parte dos patrocinadores. Literalmente demasiado. Em alguns casos, eu já tive que esperar algo em torno de 15 a 20 minutos antes dos trailers sequer começarem. O que está acontecendo?

Os conteúdos são os mais diversos. Desde publicidades da própria rede do cinema (como promoções e as tradicionais normas de segurança), publicidades de resorts e viagens internacionais, planos de empresas internet e até publicidades do governo federal. Isso sem mencionar “testes de qualidade” que são feitos em algumas salas para “provar” o quanto elas são boas (precisamente falando sobre qualidade som e imagem, e como o público recebe o material a ser exibido).

Se forem somadas todas essas campanhas de marketing aos trailers que ainda são exibidos, fica cada vez mais “chata” a espera pelo filme em si, que pode chegar facilmente a mais de 30 minutos em uma sessão regular. Algumas exceções acontecem quando os filmes são mais longos, mas ainda sim, esse hábito de chegar mais cedo ainda é meio entediante poque a espera pelo filme em si excede um tempo considerado como normal. Onde tudo vai levar o futuro do cinema?

O que antes era um motivo de prazer pessoal, hoje se tornou quase que um “fardo” a ser carregado pelo compromisso particular de me incluir dentro de um segmento ao qual eu tenho uma admiração enorme. Eu sei que não tenho essas obrigações, mas faço porque, como já mencionei anteriormente, isso me faz sentir bem. No entanto, é preciso rever o conceito do que nos faz bem quando as coisas começam a sair do que é naturalmente considerado como normalidade.

via HiveSuite

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