This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.
Bad movies... Who has never watched one, right? Sooner or later, everyone who likes cinema (or who simply watches movies randomly) will come across one of them. The way we react to them is what will define how we evaluate it. This is a thought that also applies to good movies, but it is likely that the big difference here, is that the vast majority of people avoid talking about bad movies because they think it is a waste of time. However, starting from the concept of subjectivity that surrounds this topic... Who defines what is bad? Indeed, at the essence of whole idea and execution?
The answer is: nobody. Although there are quality standards for making a good movie, how good it is will depend solely on how each person watches it (and especially feels it, because “consuming” a movie is not just noticing everything that is happening on the screen... whether it is a movie theater screen or a television screen). This is also valid for movies. However, when we talk about technical parameters we can make a segregation based purely on quality. In any case, this does not invalidate the need to watch and talk about movies that are seen as the “black sheep”.
Personally speaking, I have already lost count of how many bad movies I have watched. On the other hand, even though they are (in fact, some are horrible) of inferior quality, it does not always mean that they have nothing to say. Those who follow the world of cinema more closely know how necessary bad movies are, because someone always needs to “pay the price” for there to be a conceptual evolution (on several layers) within this industry. Therefore, these bad movies function as a kind of experiment (regardless of their budget) for a well-ramified laboratory.
Understanding how bad movies can, in fact, bring some good things is not something everyone understands (not even those who really like cinema). I even understand many people's repulsion toward these movies, but it is necessary to see the same movie from different angles. Each interpretation becomes different as we analyze patterns that lead us to other conclusions. This can be complex, but all you have to do is pay attention to some details that go beyond our personal preferences. Bad movies are not always as bad as we imagine. Think about this, because it might be a good exercise.
Necesitamos hablar sobre películas malas.
Películas malas... ¿Quién nunca ha visto alguna, cierto? Tarde o temprano, todo el mundo al que le gusta el cine (o que simplemente ve películas al azar) se va a encontrar con alguna de ellas. La manera en que reaccionemos ante ellas será la que defina cómo vamos a evaluarla. Este es un pensamiento que también se aplica a las buenas películas, pero es probable que la gran diferencia aquí, sea que la gran mayoría de las personas evita hablar sobre películas malas por pensar que eso es una pérdida de tiempo. Sin embargo, partiendo del concepto de la subjetividad que rodea este tema... ¿Quién define qué es malo? De hecho, ¿en la esencia de toda idea y ejecución?
La respuesta es: nadie. Aunque existen estándares de calidad para hacer una buena película, qué tan buena es dependerá únicamente de cómo cada persona la ve (y principalmente la siente, porque “consumir” una película no es solo notar todo lo que está sucediendo en la pantalla... ya sea una pantalla de cine o una pantalla de televisión). Esto también es válido para las películas. Sin embargo, cuando hablamos de parámetros técnicos conseguimos hacer una segregación por pura calidad. De todos modos, esto no invalida la necesidad de ver y hablar sobre películas que son vistas como las “ovejas negras”.
Hablando particularmente, ya perdí la cuenta de cuántas películas malas he visto. Por otro lado, aunque sean (de hecho, algunas son horribles) de calidad inferior, no significa siempre que no tengan nada que decir. Quien sigue el universo del cine más de cerca sabe cuánto son necesarias las películas malas, porque alguien siempre necesita “pagar el precio” para que haya una evolución conceptual (en diversas capas) dentro de esta industria. Por lo tanto, estas películas malas funcionan como una especie de experimento (independientemente de su presupuesto) para un laboratorio bien ramificado.
Entender cómo las películas malas pueden, de hecho, aportar algunas cosas buenas no es algo que todo el mundo entiende (ni siquiera quien realmente ama el cine). Incluso entiendo la repulsión de muchas personas hacia estas películas, pero es necesario ver la misma película desde diferentes ángulos. Cada interpretación se vuelve diferente a medida que analizamos patrones que nos llevan a otras conclusiones. Esto puede ser complejo, pero solo hay que prestar atención a algunos detalles que van más allá de nuestras preferencias personales. No siempre las películas malas son tan malas como imaginamos. Piensa en ello, porque tal vez sea un buen ejercicio.
Nós precisamos falar sobre filmes ruins.
Filmes ruins... Quem nunca assistiu algum, certo? Mais cedo ou mais tarde, todo mundo que gosto de cinema (ou que simplesmente assiste filmes aleatoriamente) vai se deparar com algum deles. O modo como nós iremos reagir a eles é que vai definir como nós vamos avalia-lo. Esse é um pensamento que se aplica também aos bons filmes, mas é provável que a grande diferença aqui, é que a grande maioria das pessoas evita falar sobre filmes ruins por achar que isso é uma perda de tempo. No entanto, partindo do conceito da subjetividade que ronda esse tema... Quem define o que é ruim? De fato, na essência de toda ideia e execução?
A resposta é: ninguém. Embora haja padrões de qualidade para fazer um bom filme, o quanto ele é bom vai depender unicamente de como cada pessoa o assiste (e principalmente o sente, porque “consumir” um filme não é apenas notar tudo o que acontecendo na tela... seja ela uma tela de cinema ou uma tela de televisão). Isso também é válido para os filmes. No entanto, quando falamos sobre parâmetros técnicos conseguimos fazer uma segregação por pura qualidade. De todo modo, isso não inviabiliza a necessidade de assistir e falar sobre filmes que são vistos como as “ovelhas negras”.
Particularmente falando, eu já perdi as contas de quantos filmes ruins eu já assisti. Por outro lado, ainda que sejam (de fato, alguns são horríveis) de qualidade inferior, não significa sempre que não tenham nada a dizer. Quem acompanha o universo do cinema mais de perto sabe o quanto filmes ruins são necessários, porque alguém sempre precisa “pagar o preço” para que haja uma evolução conceitual (em diversas camadas) dentro dessa indústria. Logo, esses filmes ruins funcionam como uma espécie de experimento (independente do seu orçamento) para um laboratório bem ramificado.
Entender como os filmes ruins podem, de fato, trazer algumas coisas boas não é algo que todo mundo entende (nem mesmo que realmente gosta de cinema). Eu até entendo a repulsa de muitas pessoas sobre esses filmes, mas é preciso ver o mesmo filme por diferentes ângulos. Cada interpretação se torna diferente à medida em que analisamos padrões que nos levam a outras conclusões. Isso pode ser complexo, mas é só prestar atenção em alguns detalhes que vão além das nossas preferências pessoais. Nem sempre os filmes ruins são tão ruins quanto nós imaginamos. Pense sobre isso, porque talvez seja um bom exercício.
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