This publication was also writen in SPANISH and PORTUGUESE.

The movie industry is still seen by millions of people as a true amusement park. I can even understand their fascination with this sector, because it is responsible for creating so many incredible things that are capable of filling our eyes with impactful productions and our hearts with countless types of feelings. This is one of the main magic that Cinema can provide us, but not everything is always positive.
Those who follow this entertainment sector with a closer look know that within the Seventh Art it is still totally influenced by the hierarchy of the big studios, which opposes the decision-making power of the professionals who provide services to them. This idea is so demotivating and ends up pushing away many good professionals in this field, and those who decide to keep insisting end up “killing” their own jobs.
Over decades, the deprivation of showing their own views on a movie (whether in relation to the script, the direction or the performances of the cast, just to name a few examples) weakens the talent of many people who are obliged (from a "undercover" way) to do what the big studios want. This “dark” period is something that is part of the lives of many screenwriters, directors, actors and actresses because it was something very remarkable.
Once these professionals achieve the much dreamed freedom to show their arts in the ways they want, the whole scenario changes and everything becomes clearer because with a cleaner air to carry out the work, movie productions become something more real. and more faithful to their initial thoughts (which until then were “cut” in the editing room, the final version of their movies). However, this freedom is something that must always exist.
Liberáme.
La industria del cine sigue siendo vista por millones de personas como un auténtico parque de atracciones. Incluso puedo entender su fascinación por este sector, porque es el responsable de crear tantas cosas increíbles que son capaces de llenar nuestros ojos con producciones impactantes y nuestros corazones con innumerables tipos de sentimientos. Esta es una de las principales magias que nos puede brindar el Cine, pero no todo es siempre positivo.
Quienes siguen con detenimiento este sector del entretenimiento saben que dentro del Séptimo Arte sigue totalmente influido por la jerarquía de los grandes estudios, que se opone al poder de decisión de los profesionales que les prestan servicios. Esta idea es tan desmotivadora que acaba alejando a muchos buenos profesionales de este campo, y los que deciden seguir insistiendo acaban “matando” su propio trabajo.
A lo largo de décadas, la privación de mostrar sus propios puntos de vista sobre una película (ya sea en relación con el guión, la dirección o las actuaciones del elenco, solo por citar algunos ejemplos) debilita el talento de muchas personas que están obligadas (desde un " encubierto") para hacer lo que quieren los grandes estudios. Este periodo “oscuro” es algo que forma parte de la vida de muchos guionistas, directores, actores y actrices porque fue algo muy destacable.
Una vez que estos profesionales alcanzan la tan soñada libertad de mostrar sus artes de la forma que ellos quieren, todo el escenario cambia y todo se vuelve más claro porque con un aire más limpio para realizar el trabajo, las producciones cinematográficas se vuelven algo más reales y más fieles a su inicial. pensamientos (que hasta entonces eran “cortados” en la sala de montaje, la versión final de sus películas). Sin embargo, esta libertad es algo que debe existir siempre.
Me liberte.
A indústria cinematográfica ainda é vista por milhões de pessoas como um verdadeiro parque de diversões. Eu até consigo entender o fascínio delas por esse setor, porque ele responsável por criar tantas coisas incríveis que são capazes de encher os nossos olhos com produções impactantes e os nossos corações com incontáveis tipos de sentimentos. Esta é uma das principais magias que o Cinema pode nos proporcionar, mas nem tudo é sempre positivo.
Quem acompanha esse setor de entretenimento com um olhar mais próximo, sabe que dentro da Sétima Arte ainda é totalmente influenciado pela hierarquia dos grandes estúdios, que se contrapõe ao poder de decisão dos próprios profissionais que prestam serviços a eles. Essa ideia é algo tão desmotivador e acaba afastando muitos bons profissionais deste ramo, e aqueles que decidem continuar insistindo, acabam “matando” os seus próprios trabalhos.
Ao longo de décadas, a privação de mostrar os seus próprios pontos de vistas sobre algum filme (seja em relação ao roteiro, a direção ou as performances do elenco, apenas para citar alguns exemplos) enfraquece o talento de muitas pessoas que são obrigadas (de uma maneira “disfarçada”) a fazer o que os grandes estúdios querem. Esse período “obscuro” é algo que faz parte da vida de muitos roteiristas, diretores, atores e atrizes por ter sido algo bem marcante.
Uma vez que estes profissionais conseguem a tão sonhada liberdade para mostrarem às suas artes das maneiras que eles querem, o cenário todo muda e tudo fica mais claro porque com um ar mais limpo para realizar o trabalho, as produções dos filmes se tornam algo mais real e mais fiel aos pensamentos iniciais deles (que até então eram “cortados” na ilha de edição, versão final dos seus filmes). No entanto, essa liberdade é algo que sempre deve existir.
